sexta-feira, 1 de junho de 2012

Após anos, Popeye volta a aparecer em história em quadrinhos


Longe das bancas brasileiras - e das histórias em quadrinhos - há anos, Popeye matará a saudade dos fãs na segunda edição da revista Recruta Zero e Outros Clássicos.

Trazido à publicação pelo Pixel Media, o marinheiro não terá muito destaque nessa edição, mas o editor-chefe da revista garantiu que o próximo número contará com um espaço muito maior destinado ao Popeye.

Além do retorno do clássico personagem, a segunda edição do Recruta Zero também tem como destaque o romance do soldado preguiçoso com a secretária Dona Tetê.

TERRA

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Especialistas explicam o que é e como lidar com o autismo


O autismo é o conjunto de comportamentos baseados em três pontos fundamentais: dificuldade para se comunicar, dificuldade para socializar e tendência a ser repetitivo e sistemático.

De acordo com a neuropediatra Carla Gikovate, não se sabe a causa do comportamento. "É uma questão que já nasce com a criança. Ela já tem uma biologia desfavorável para o desenvolvimento dessa comunicação e da parte social", explica.

Assista ao trecho do programa "Mãe é Mãe":


Existe o tipo de autismo regressivo, em que a criança se desenvolve normalmente até os 3 anos. O diagnóstico clínico é feito em consultório com um pediatra ou neuropediatra.

"Geralmente, essa criança vai precisar de um fonoaudiólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional e mediador escolar. E toda essa equipe tem que se reunir com o profissional - pediatra ou neuropediatra - porque é dali que vai sair o tipo de intervenção, qual habilidade dessa criança vamos explorar", explica Keyla Blank, mãe do menino Artur, diagnosticado com autismo.

Um dos aliados no desenvolvimento da criança com esse comportamento é o diagnóstico precoce e a busca de atividades de alta motivação.

Saiba quais sinais estão associados ao autismo

"Uma criança de seis meses é uma criança que já sorri; você sorri e ela sorri de volta. Uma criança de 12 meses tem que estar apontando. E as crianças que vão ter diagnóstico de autismo, depois de 1 ou 2 anos de idade, já tinham dificuldade nessas atividades de interação social desde o primeiro ano de vida. Quando o autismo não é regressivo, isso pode estar presente desde meses", ensina Carla Gikovate.

A criança diagnosticada com autismo deve ter um acompanhamento multidisciplinar. No caso de um fonoaudiólogo, o profissional pode exercer a função de mediação escolar e de fonoaudiologia com intervenção na casa do paciente, como faz Érica Del Giudice: "Na verdade, eu sou a ponte entre o Artur e tudo o que acontece ao seu redor. A gente recebe esse estímulo e informação, e traduz para ele de uma maneira simples, clara e objetiva.".

GNT

domingo, 20 de maio de 2012

20 coisas que aprendi com meu filho especial


1. Aprendi que não sou dona do tempo. Nada vem exatamente quando eu espero, mas isso inclui as boas surpresas também.

2. Aprendi a respeitar ainda mais todo tipo de diversidade. E que todos, independente de raça, condição social, crença ou orientação sexual merecem ser respeitados. O que todo mundo quer, na vida, é ser feliz e ser aceito.

3. Aprendi a ler linguagem corporal. Já sei muita coisa sobre o meu filho só de olhar pra ele. E isso serve para os filhos das amigas também!

4. Aprendi que, aquilo que a gente fala quando está grávida (o importante é ter saúde) é, realmente, muito importante. Pouco importa se é menino ou menina, se tem olhos verdes ou castanhos.

5. Mas se, por um acaso, a criança não vier com 100% de saúde – seja lá o que isso significa – , você vai aprender a se virar também.

6. Aprendi que vale a pena perder um tempo observando o vento balançar a árvore, as folhas que vão caindo, a chuva batendo na janela.

7. Aprendi que ninguém conhece meu filho tão bem quanto eu. E que, quem sabe o que é o melhor pra ele, sou eu. E, justamente por isso, aprendi a confiar mais nos meus instintos com relação a ele.

8. Aprendi que o controle das coisas não está totalmente nas minhas mãos. E que o futuro pode ser menos assustador se pararmos de pensar nele 100% do tempo.

9. Aprendi que é importante valorizar cada passo de formiga que meu filho dá. E que muitas mães – principalmente as mães de crianças “normais”- não sabem valorizar coisas simples como um “por que?” e reclamam das coisas mais absurdas. Não entendem que, pra algumas crianças, fazer algumas coisas triviais assim é o equivalente a um milagre.

1o. Com isso, aprendi a valorizar cada olhar, cada abraço, cada carinho, cada nova palavrinha que pode demorar 1 mês pra sair…e mais 4 meses pra ser repetida.

11. Aprendi que nem tudo que acontece é resultado das nossas escolhas ou desejos. Mas que podemos, muitas vezes, escolher como reagir a esses acontecimentos.

12. Aprendi que é importante estar bem para cuidar de quem está comigo.

13. Aprendi que cada pessoa sofre de um jeito. Umas começam a fumar, outras vão malhar, outras vão comer, mas todas sofrem.

14. Aprendi que não existe família perfeita e que todo mundo tem problemas. E o meu não é maior que o seu. Só é diferente.

15. Aprendi que várias pessoas que reagem de forma inapropriada perto de uma criança com necessidades especiais são, simplesmente, desinformadas. Outras, infelizmente, são cruéis mesmo.

16. Aprendi a não julgar ninguém pelas aparências. Principalmente aquela criança que parece agitada demais, grita, ou é inconveniente.

17. Aprendi que os profissionais que vão fazer meu filho progredir mais são aqueles que, verdadeiramente, amam o que fazem. E que amam o meu filho também. :)

18. Aprendi que, mais triste que descobrir que o filho é autista, deve ser descobrir que o filho não respeita ou ataca pessoas com deficiências, homossexuais, negros, ou qualquer outra minoria.

19. Aprendi que pedir ajuda não significa que você é incapaz. Significa que é humano.

20. Aprendi que o sorriso é uma linguagem universal. E que o amor não precisa de voz.




FONTE:

sexta-feira, 18 de maio de 2012

☆ Impermanência☆*



Ana Jácomo

Tenho uma amiga que diante das circunstâncias mais difíceis costuma afirmar: “E isto também passará!” Pura verdade. Tudo passa. Nada permanece inalterado. Nada permanece o tempo todo, do mesmo modo, no mesmo lugar. Inclusive aquilo que gostaríamos que não passasse nunca. Aprendi, embora tantas vezes esqueça e as circunstâncias me convidem a relembrar, que a ordem natural das coisas é a fluência, o movimento. O fechamento de um ciclo e a inauguração de outro.

A natureza, que tem dado claros sinais de contrariedade com o pseudocontrole dos homens, há séculos dá aulas gratuitas a respeito disso, com ou sem platéia. É só a gente olhar para as várias feições da lua. Para o movimento das ondas do mar. Para os diferentes tons do céu num período de 24 horas. Para a dança da floração das plantas. Para o caminho que a semente faz até se vestir de fruto. Intimamente, basta olharmos pra nós mesmos, usando o espelho de fora ou o espelho de dentro.

Durante a nossa jornada temos inúmeras oportunidades para olharmos nos olhos da morte. Com o tempo, começamos a perceber que, no fundo, ela não é outra coisa senão um jeito diferente que a vida arruma para se vestir. Mas, ai, como costuma ser difícil lidar com as mudanças da nossa própria vida. Como é difícil assumir a morte das coisas, mesmo as mais moribundas, sobreviventes apenas pelos tubos do apego. Como é difícil arrumar os armários do próprio coração. Ter coragem para se desfazer daquilo que já não nos serve e sabemos que não irá mais nos servir. Crenças. Padrões. Expectativas. Auto-imagens.

Há fases em que somos tocados com tanta rispidez pelas experiências do nosso caminho, que, muitas vezes, sem sequer percebermos, trocamos de mal com o riso, com a felicidade, com o compromisso maior, aquele que temos com o nosso coração. De alguma maneira, geralmente sutil, rompemos com tudo. Com todos. Principalmente, com nós mesmos. Sentimo-nos muito tristes e tentamos paralisar o movimento da vida a partir do núcleo do nosso medo.

Fases em que não nos encantamos com mais nada. Esquecemos o gosto bom das alegrias mais simples. Vedamos nossos olhos à grandeza do milagre presente em todas as coisas. Agarramo-nos à nossa dor com tanto zelo que nem o ser mais luminoso e bem intencionado do universo parece ser capaz de nos dissuadir de soltá-la. Assustados, na tentativa de nos protegermos de mais dor, ignoramos que a dor maior é a própria estagnação. A tentativa de interrupção do fluxo. A negação em nos rendermos, outra vez, à dança da vida.

Nessas fases doídas da caminhada, a gente esquece, sim, de que tudo passa. Esquece, sobretudo, que precisamos permitir que passe. E que não há muito o que fazer nesses momentos, senão entregar e confiar, eta tarefa difícil. Deixar que as coisas morram e abram espaço para o novo. Aceitar o intervalo da travessia, em que as coisas não têm mais a forma antiga nem ainda a forma nova. O tempo da crisálida: nem mais lagarta nem vôo ainda. Respeitar a cadência natural das gestações. Lembrar que precisamos ser delicados e generosos com nós mesmos para atravessar a frente fria até o sol surgir de novo. 
Lembrar que tudo é impermanente
Bom Dia
João Victor

domingo, 13 de maio de 2012

*.¸¸.*☆ ALFABETO DAS MÃES.☆ ¸¸.*



AME seu filho para ser amada por ele.
BENDIGA a Deus por tudo que dele recebeu.
CREIA na sublime missão que Deus lhe confiou.
DISPONHA-SE a ajudar seus filhos com bons conselhos.
EDUQUE não só com palavras, mas com o bom exemplo.
FAÇA com amor o dever de cada dia.
GARANTA, cada vez mais, um Mundo Melhor para seus filhos.
HOJE leia a Bíblia com atenção e esperança.
INSPIRE seus filhos a praticar as virtudes.
JUSTIFIQUE seu casamento, amando ainda mais seu esposo.
LEMBRE-SE de orar e ensinar os filhos a conversar cpm Deus
MANTENHA-SE firme nos ensinamentos de Cristo.
NÃO se iluda com as coisas mundanas.
ÓDIO e inveja, mantenha-os longe de seu coração.
PENSE que amanhã será melhor, se hoje você viver bem.
QUEIRA o bem, sem escolher a quem.
REFLITA… para acertar.
SORRIA diante dos problemas.
TIRE os maus costumes de seus filhos.
USE as mãos maternas, somente para acariciar e não para bater.
VENÇA as dificuldades pela fé e pelo otimismo.
ZELE, com carinho todas estas recomendações e descubra o êxito e a
felicidade das grandes MÃES.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

*.¸¸.*Dia do Autismo vista azul *¸¸.*


Aprender a respeitar as diferenças é uma lição de amor ao próximo, entender que todas as pessoas não pensam iguais uma das outras e perceber que autistas precisam que enxerguemos caminhos diferentes em toda a rotina diária já ajuda muito a compreender essa síndrome, fica a minha dica pessoal.
Vista azul 
Hoje o Cristo Redentor vai ficar azul
 aqui no Rio de Janeiro
Bom Dia

quarta-feira, 21 de março de 2012

*.¸¸.*☆ Dia Internacional da Síndrome de Down☆ ¸¸.*


A importância dessa data se deve ao fato da necessidade de dar visibilidade, valorizar e ampliar as potencialidades das pessoas portadoras dessa síndrome.
O dia 21 de março, foi proposto dela Down Syndrome International porque esta data se escreve 21/03 (ou 3-21), o que faz alusão à trisssomia do 21, alteração genética responsável pela síndrome
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